O vegetarianismo implica o não abate de animais como destino alimentar humano, no entanto a alimentação vegana, onde o termo correto será alimentação vegetariana estrita, que implica além de não infligir a morte de um animal também implica a não exploração dos mesmos para utilização de fontes nutricionais, como é o caso do leite, ovos e mel.

O veganismo é muito além da alimentação, implica também a não utilização de indumentária, equipamentos, acessórios, mobiliário, cosmética e até suplementação ou medicação onde pode ocorrer testes em animais, por exemplo.

Segundo as orientações internacionais da OMS de 2015 a 2020, a alimentação vegetariana é uma das três sugeridas para serem seguidas, no entanto se a pessoa fizer a alimentação que lhe convém pode, como em qualquer outro regime/orientação alimentar ocorrer várias desvantagens. Tem sem dúvida várias vantagens, além da redução da poluição que diretamente/indiretamente pode causar-nos danos na saúde, o facto de não consumirmos alimentos de origem animal, onde os mesmos contêm vários compostos que podem prejudicar tal como colesterol ou até mesmo a qualidade dos produtos de origem animal. Há vários estudos que relacionam doenças cardiovasculares, bem como patologias do foro intestinal entre outras. A OMS alertou a população mundial em 2015 para o consumo de produtos de charcutaria e carne vermelha (borrego, vaca e porco) por estas estarem associadas a cancro, logo, o não consumo ou a limitação destes produtos podem ajudar a prevenir e a tratar alguns tipos de cancro.

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